A empresa portuguesa Agroop apresenta o seu produto integrado para o setor agrícola – constituído pelo multisensor Stoock e pela aplicação Agroop Cooperation – com a campanha “Produzir mais e melhor nunca foi tão simples.”

A solução IoT (Internet of Things) já colocou a Agroop na lista das oito a manter “debaixo de olho” a nível global, assim como uma das empresas AgriTech mais “disruptivas” do mundo

Poupar recursos e melhorar a produção

O principal objetivo desta nova solução é ajudar produtores agrícolas, técnicos e empresas a gerir as necessidades hídricas das plantas e a prevenir pragas, doenças e fungos.

Depois de instalado no campo, o multisensor Stoock monitoriza vários parâmetros relativos às plantas. Os dados recolhidos ficam na cloud e podem ser acedidos na app Agroop Cooperation.

Desta forma, o utilizador pode poupar recursos – água, energia, mão-de-obra e produtos fitossanitários – e obter uma produção de melhor qualidade, como evidenciado pelo primeiro caso de estudo.

Simplicidade e escalabilidade: a receita para a diferenciação

Para Bruno Fonseca, CEO da Agroop, “o que distingue a Agroop da competição nacional e internacional é a sua simplicidade. Geralmente, um agricultor que queira beneficiar das nossas propostas de valor tem que adquirir estações meteorológicas, sondas, painéis fotovoltaicos, etc. Estes implicam um elevado custo de implementação, manutenção e dependência de uma equipa técnica.

O Stoock, por sua vez, é um equipamento IoT ‘chave na mão’ que combina as principais características de todos aqueles equipamentos, é energeticamente autossuficiente, não tem cabos, é simples de instalar e, portanto, não requer a presença de equipa técnica.”


Tecnologia portuguesa já está em 8 países – e os EUA vêm a seguir

Em menos de um ano, a solução Agroop já chegou a 8 países: Portugal, Espanha, Itália, Chile, Paraguai, Brasil, Colômbia e Austrália.

“A internacionalização da Agroop foi conseguida em tão pouco espaço de tempo devido à escalabilidade e às características do próprio produto,” disse Bruno Fonseca.

“Depois de se ter validado a tecnologia, as propostas de valor, o modelo de negócio e a escalabilidade, vamos continuar a desenvolver casos de estudos que comprovem o retorno de investimento para os nossos clientes em culturas específicas. E vamos focar-nos em atacar mercados de maior dimensão – mercados que nos permitirão suportar grande parte do processo de expansão internacional.”

É nesse sentido que a Agroop se prepara agora para entrar nos EUA, com vários pilotos na Califórnia.

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