Estamos na Herdade D. Isabel, em Elvas, rodeados de cerca de 70 hectares de fruteiras e hortícolas. A propriedade, que faz parte da organização de produtores agrícolas Carmo e Silvério, tem passado por algumas mudanças positivas.

Antes, o ciclo de rega na herdade era de 24 horas por dia. Depois de adotar o sensor de solo e ar e o software de monitorização da Agroop, o ciclo de rega passou a ser de apenas 12 a 16 horas, dependendo da altura do ano.

Feitas as contas, as poupanças são em água, em eletricidade e até em mão de obra, assegura Paulo Coelho, técnico na Emergosol, associada da Carmo e Silvério.

Porquê apostar em tecnologia de monitorização de culturas? A resposta é-nos dada por Sofia Rodrigues, engenheira agrónoma na Carmo e Silvério. “Percebeu-se que havia uma necessidade de monitorizar a rega e as necessidades de água,” diz-nos. “E a sonda da Agroop neste momento está a permitir-nos ver o que a planta precisa e dosear a rega.”

Na luta contra pragas e doenças, a tecnologia dá uma ajuda

Mas os benefícios desta tecnologia não se ficam só pela gestão hídrica. A Carmo e Silvério também a utiliza na prevenção de pragas e doenças.

“Este equipamento é uma ferramenta excelente, pois permite utilizá-lo com outra possibilidade que é parametrizar inputs como temperatura e humectação da vegetação e com isso fazer alertas – concretamente no caso da ameixa, de moniliose – e depois conseguimos fazer previsão de possibilidade de doenças e pragas,” explica Paulo Coelho.

A perspetiva para o futuro da utilização da tecnologia é positiva. “Achamos que a sonda vai-nos trazer alguma rentabilidade e vai-nos reduzir alguns custos através do uso eficiente da água,” garante Sofia Rodrigues.

Veja o vídeo acima para saber mais detalhes.

Faça como a Carmo e Silvério e aposte numa rega eficiente com tecnologia.